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» » » » Enderson Moreira explica a demissão do Santos

© IVAN STORTI/SANTOS FC

Enderson Moreira não acredita que o elenco tenha comemorado sua saída no Santos. O técnico disse ter recebido apoio dos jogadores e explicou como ocorreu o processo inesperado de demissão, por comum acordo com a diretoria.
Demissões de treinadores por motivos banais são comuns no Brasil, mas é raro ver um técnico invicto na temporada cair sem aviso. As primeiras explicações que apareceram após a demissão davam conta de atrito entre Enderson e o elenco, o que o ex-treinador tratou de negar.
"Isso é fora de propósito. Eu, imediatamente após a saída do Santos, recebi uma mensagem muito carinhosa do Robinho, onde ele agradecia tudo que foi feito. Vários outros jogadores mandaram mensagens, ligaram, funcionários, comissão técnica. Não vejo nenhum tipo de veracidade", rebateu Enderson em entrevista à Sportv.
"Vocês podem ver o ambiente que era no Santos. Pega na Santos TV, podem ver o nosso último jogo, contra o Linense, como era nosso ambiente, como os jogadores entram e saem do vestiário, como nós conduzimos o dia a dia. Estou muito tranquilo em relação a isso, é uma coisa de maldade, inverdades", completou.
O que Enderson confirmou foi a insatisfação entre técnico e diretoria, embora a decisão tenha sido tomada de forma inesperada, em conversa com Modesto Roma Jr., presidente do clube. O treinador percebeu que passava por um processo de "fritura" e decidiu antecipar a saída em negociação com o dirigente.
"Depois do treinamento, fui chamado pelo presidente para uma conversa. Ele demonstrou realmente uma certa insatisfação. Eu falei com ele naquele momento que eu também estava insatisfeito com algumas coisas, como os direitos de imagem que eu não recebi e algumas contratações, que eu gostaria. Eu entendo a situação financeira, mas achava que a gente poderia buscar outro caminho. Ele falou sobre a pressão de conselheiros que gostariam muito que eu saísse do Santos. Quando eu percebi isso, coloquei meu cargo à disposição, ele poderia me demitir", explicou.
"A gente não precisava esperar três, quatro derrotas para fazer isso. Ele prontamente aceitou essa situação, de me demitir. Foi um acordo feito, não partiu nem de um lado nem de outro. Nem eu me demiti, nem ele me demitiu prontamente", disse.
Fonte: OGol

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